Pesquisa feita pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) de Piracicaba mostra que as noites em Campinas estão mais quentes. Os dados foram levantados pelo pesquisador Gabriel Constantino Blain, que constatou que nos últimos 120 anos, as temperaturas mínimas aumentaram cerca de 2ºC em Campinas e em Piracicaba. Ao contrário das mínimas, as temperaturas máximas não sofreram alteração ao longo dos anos aqui na região.
"Essa é uma tendência que vem sendo notada em toda a América do Sul, mas é difícil afirmar o que provoca essa mudança. Pode ser reflexo de uma questão global ou da evolução de cada lugar, como, por exemplo, a industrialização", explica o pesquisador.
O pesquisador também verificou que as maiores variações de temperatura acontecem durante o mês de Abril. Blain acredita que o maior desafio a partir dessa pesquisa seja entender quais fatores estão interferindo no tempo e provocando tais alterações.
A pesquisa feita por Blain foi uma parceria entre Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz, Instituto Agronômico de Campinas e Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais. Foram comparados dados de Campinas, Monte Alegre do Sul, Cordeirópolis, Piracicaba e Ubatuba. O objetivo é avaliar quais alterações foram registradas nas temperaturas e no volume de chuva nas últimas seis décadas. Segundo Blain, essas cidades foram escolhidas porque elas já são monitoradas para publicação de orientações sobre as condições agrícolas da região. A pesquisa foi o ponto de partida para outras análises e estudos que devem ser feitos em relação às condições climáticas da região de Campinas. O pesquisador Gabriel Constantino Blain defende que é importante avaliar a situação atual para pensar nas medidas que podem ser tomadas futuramente. As temperaturas máximas e mínimas variam de acordo com a localização do município e o relevo do local.
Isso explica porque em Monte Alegre do Sul, um dos municípios mais gelados da região, as temperaturas mínimas não sofreram alteração ao longo dos anos. O volume de chuva tem relação direta com as altas temperaturas. De acordo com a pesquisa, nos anos mais secos da história de Campinas, 1961, 1963 e 1964, as temperaturas ficaram mais altas. A explicação, segundo Blain, é que com o tempo mais seco, o sol brilha por mais tempo e sem nuvens para reduzir a intensidade do calor e da luz solar. Depois da constatação de que as noites estão dois graus mais quentes o pesquisador pretende buscar respostas que possam esclarecer quais são os fatores que influenciam nessa alteração. Esse deve ser o foco de um futuro estudo.
"Essa é uma tendência que vem sendo notada em toda a América do Sul, mas é difícil afirmar o que provoca essa mudança. Pode ser reflexo de uma questão global ou da evolução de cada lugar, como, por exemplo, a industrialização", explica o pesquisador.
O pesquisador também verificou que as maiores variações de temperatura acontecem durante o mês de Abril. Blain acredita que o maior desafio a partir dessa pesquisa seja entender quais fatores estão interferindo no tempo e provocando tais alterações.
A pesquisa feita por Blain foi uma parceria entre Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz, Instituto Agronômico de Campinas e Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais. Foram comparados dados de Campinas, Monte Alegre do Sul, Cordeirópolis, Piracicaba e Ubatuba. O objetivo é avaliar quais alterações foram registradas nas temperaturas e no volume de chuva nas últimas seis décadas. Segundo Blain, essas cidades foram escolhidas porque elas já são monitoradas para publicação de orientações sobre as condições agrícolas da região. A pesquisa foi o ponto de partida para outras análises e estudos que devem ser feitos em relação às condições climáticas da região de Campinas. O pesquisador Gabriel Constantino Blain defende que é importante avaliar a situação atual para pensar nas medidas que podem ser tomadas futuramente. As temperaturas máximas e mínimas variam de acordo com a localização do município e o relevo do local.
Isso explica porque em Monte Alegre do Sul, um dos municípios mais gelados da região, as temperaturas mínimas não sofreram alteração ao longo dos anos. O volume de chuva tem relação direta com as altas temperaturas. De acordo com a pesquisa, nos anos mais secos da história de Campinas, 1961, 1963 e 1964, as temperaturas ficaram mais altas. A explicação, segundo Blain, é que com o tempo mais seco, o sol brilha por mais tempo e sem nuvens para reduzir a intensidade do calor e da luz solar. Depois da constatação de que as noites estão dois graus mais quentes o pesquisador pretende buscar respostas que possam esclarecer quais são os fatores que influenciam nessa alteração. Esse deve ser o foco de um futuro estudo.
(Fonte: De olho no tempo, com informações EPTV)