segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Furacão Ida chega ao Golfo do México e costa Sul dos EUA entra em alerta






O furacão Ida chegou, na noite deste domingo (8), às águas do sudeste do Golfo do México, disse o Centro de Furacões dos Estados Unidos. Com a aproximação do furacão, o centro emitiu estado de alerta para a costa Sul dos Estados Unidos, desde o estado de Luisiana até o sudoeste da Flórida. O furacão deixou para trás a península mexicana de Yucatán e o sinal de atenção para a região foi cancelado. A advertência do furacão, com ventos de 165 quilômetros por hora, na bacia do Mississipi, não inclui a cidade de Nova Orleans. A intensidade do furacão aumentou e sua categoria subiu de 1 para 2 na escala Saffir-Simpson, que possui cinco níveis, disse o Centro de Furacões dos Estados Unidos. Nas últimas previsões do centro norte-americano, o Ida deve perder a força na segunda-feira nas águas do Golfo do México mas prosseguirá sua trajetória rumo ao norte com intensidade de furacão.
O centro do Ida estava situado, às 22h, a 225 quilômetros a noroeste de Cuba e a 720 quilômetros do estado do delta de Mississipi. Subiu para ao menos 96 o número de mortos em inundações, transbordamentos de rios e deslizamentos de terra em El Salvador após a passagem do furacão Ida, informou neste domingo (8) o Ministério do Interior daquele país. Há outras 60 pessoas desaparecidas. Além dos resquícios da passagem do furacão, um sistema de baixa pressão que se encontra sobre a costa do Pacífico também foi responsável pelos danos. O número de vítimas em El Salvador poderá aumentar, disse o Ministério do Interior, já que os agentes do resgate se dirigiam às regiões mais atingidas. Pelo menos três rios principais em regiões diferentes do país transbordaram. O governo declarou estado de emergência em cinco departamentos do país. O furacão ganhou força no Caribe, perto da Península de Yucatán, enquanto avançava neste domingo em direção ao Golfo do México. Ele ganhou força de furação no sábado. O fenômeno atingiu a América Central nesta semana, deixando milhares de desabrigados, e neste domingo estava previsto passar pelo canal de Yucatán, que separa a península de mesmo nome do extremo oeste de Cuba. Ainda não havia planos para retirar turistas do famoso balneário de Cancún, no estado mexicano de Quintana Too, mas moradores de zonas mais baixas estavam sendo levados a albergues. O fenômeno natural se converteu em furacão pela primeira vez na quinta-feira, na costa da Nicarágua, no Mar do Caribe, mas perdeu força sobre o continente em seguida. No sábado, o Ida voltou a se intensificar quando voltar ao mar.

(Fotos: Reuters - William Bonilla)

(Fonte: De olho no tempo, com informações Reuters)

domingo, 8 de novembro de 2009

Furacão Ida avança e deixa ao menos 91 mortos em El Salvador


O furacão Ida ganhou força no Caribe, perto da Península de Yucatán, e passou à categoria 2, enquanto avançava neste domingo em direção ao Golfo do México, informou o Centro de Furacões dos Estados Unidos. Em El Salvador, as fortes chuvas remanescentes do furacão, que provocaram deslizamentos de terra e inundações, mataram pelo menos 91 pessoas e deixaram outras 60 desaparecidas. O governo declarou estado de emergência em cinco departamentos do país. Três rios em diferentes áreas transbordaram. O ministro do Interior salvadorenho, Humberto Centeno, disse que o número de vítimas poderá aumentar, já que os agentes do resgate se dirigiam às regiões mais atingidas pelos deslizamentos de terra e inundações. Os ventos máximos sustentados do Ida, que alcançou a categoria de furacão na noite do sábado, aumentou para 160 quilômetros por hora. O fenômeno atingiu a América Central nesta semana, deixando milhares de desabrigados, e neste domingo estava previsto passar pelo canal de Yucatán, que separa a península de mesmo nome do extremo oeste de Cuba. Ainda não havia planos para retirar turistas do famoso balneário de Cancún, no estado mexicano de Quintana Too, mas moradores de zonas mais baixas estavam sendo levados a albergues. Ventos com força de tempestade tropical poderiam alcançar zonas da costa norte-americana no Golfo do México em alguns dias, disse o Centro, que tem sede em Miami. Trata-se de um furacão de categoria 2, na escala de intensidade Saffir-Simpson, de cinco níveis. Meteorologistas indicaram que o Ida poderá perder força gradualmente na noite de segunda-feira. O fenômeno natural se converteu em furacão pela primeira vez na quinta-feira, na costa da Nicarágua, no Mar do Caribe, mas perdeu força sobre o continente em seguida. No sábado, o Ida voltou a se intensificar quando voltou ao mar. O centro do Ida estava localizado a 155 quilômetros norte-noroeste da zona turística de Cozumel, no México, sem tocar a terra, apesar de provocar chuva e vento na ilha e em outros centros turísticos famosos da região, como Cancún e Playa del Carmen.

(Fonte: De olho no tempo, com informações Reuters)

Águas começam a recuar em Santa Cruz do Sul (RS)


A forte chuva que atingiu Santa Cruz do Sul durante todo o sábado provocou transtornos e alagamentos em diversos pontos da zona sul da cidade. Com a cheia do Rio Pardinho, cerca de 20 famílias tiveram que ser retiradas de suas casas, ainda ontem e durante a madrugada. No Beckenkamp, um dos bairros mais atingidos, a água que ontem invadiu as ruas e adentrou nas casas já baixou esta manhã, com a chegada do sol. A maior parte das famílias já voltou para casa. Nos bairros Senai e Faxinal houve desmoronamentos de terra e mais de 10 famílias tiveram que sair de casa — a maior parte por precaução. Pelo menos uma residência ficou completamente destruída. Não houve registro de feridos.
Esta manhã, por volta de 2h, a água começou a invadir também o bairro Navegantes, obrigando cerca de 10 famílias a saírem de casa. A prefeitura emprestou um caminhão para ajudar na retirada dos móveis e eletrodomésticos. Uma praça ficou completamente debaixo da água. Na RS-409, que liga Santa Cruz a Vera Cruz, as águas do Rio Pardinho ameaçam invadir a rodovia, o que pode acontecer ainda nesta tarde. Em Linha Travessa, no distrito de Rio Pardinho, no interior de Santa Cruz, as águas invadiram plantações de fumo e milho e locais de criação de gado e porco. Cerca de 20 casas foram atingidas. Moradores do centro, a família Sinz foi avisada por amigos que a casa que mantém no interior estava inundada e foi até o local para conferir a situação. Com a estrada bloqueada pelas águas e sem conseguir chegar até o local, a família estacionou o carro às margens da estrada e usou um barco para chegar à residência, enquanto as mulheres aguardavam.
— Perdemos bastante coisa. Tem cerca de 40cm de água em nossa casa. Os móveis da sala e da cozinha, por exemplo, estragaram —contou o filho Alexandre Sinz, 29 anos.
Por volta do meio-dia, no entanto, as próprias famílias já identificavam a redução das águas. A Defesa Civil de Santa Cruz monitora o comportamento do Rio Pardinho e prevê que as famílias que tiveram que ser retiradas de suas casas já possam retornar agora à tarde.
— À tardinha, a situação já deve estar bem mais tranquila — diz o coordenador da Defesa Civil, José Ipê da Silva.

(Foto: Sâmia Frantz)

(Fonte: De olho no tempo, com informações Zero Hora)

Chuva causa danos em Matão e São Carlos (SP)


As intensas pancadas de chuva que atingiram áreas isoladas do estado de São Paulo neste sábado podem voltar a ocorrer neste domingo. Em Matão, na região central, ruas ficaram alagadas por conta da precipitação que durou menos de uma hora. "Alguns trechos do Rio São Lourenço transbordaram e a rua São Lourenço, uma das mais movimentadas da cidade, ficou alagada", conta o repórter fotográfico Sérgio Sabará. Segundo ele, nem mesmo as obras de contenção realizadas pela prefeitura conseguiram conter as águas. De acordo com o Corpo de Bombeiros, quatro ocorrências foram atendidas relacionadas às chuvas. No município de São Carlos, a 74 km de Matão, a estação meteorológica do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) registrou 32 mm de chuva entre as 10h de ontem e 10h de hoje.

(Foto: Sérgio Sabará)

(Fonte: De olho no tempo, com informações Terra)

Chuvas matam 50 pessoas em El Salvador

Cinquenta pessoas morreram em decorrência das chuvas contínuas que atingem El Salvador, além de muitos desaparecidos, principalmente nas cidades e Tepetitan Verapaz (leste), onde deslizamentos de terra e transbordamento de rios atingiram muitas casas, informou neste domingo uma fonte oficial. "Lamentavelmente temos que informar que as mortes causadas pela chuva aumentaram para 50 pessoas", disse à AFP o diretor de Proteção Civil, Jorge Meléndez. Neste momento, o relatório das autoridades de Proteção Civil afirma que cerca de 500 pessoas já foram evacuadas em várias partes do país após as chuvas. El Salvador permanece em estado de alerta verde desde quinta-feira passada por causa das constantes chuvas que atingiram o país em conseqüência do furacão Ida.

(Fonte: De olho no tempo, com informações EFE)

Ventos de 100 km/h provocam estragos em Portugal

Queda de árvores e de placares publicitários são alguns dos efeitos do vento forte que soprou na cidade mais alta de país, condicionando o trânsito em algumas zonas. A Protecção Civil municipal apela, por isso, aos automobilistas que circulem com atenção redobrada. Quanto às previsões para o resto do dia, a chuva é presença garantida, mas o vento será o protagonista, sobretudo nas terras altas.
“Prevê-se a ocorrência de alguma precipitação fraca, em especial a norte do alinhamento Sintra-Estrela, que ao fim do dia poderá ser de neve nas quotas acima dos 1400 metros. Temos vento forte nas terras altas, nalguns sítios até muito forte, chegando aos 100 quilómetros por hora – valor já atingido na serra da estrela”, explica a meteorologista Idália Mendonça. No mar, prevê-se ondulação forte, que pode ir até aos 6,5 metros a norte do Cabo Raso e até aos cinco metros a sul do mesmo cabo, na costa Ocidental.

(Fonte: De olho no tempo, com informações Renascença)

Chuva provoca alagamentos em Apucarana (PR)


A forte chuva registrada em Apucarana durante a madrugada deste domingo (8) provocou alagamentos na região do Parque da Raposa (área Nordeste de Apucarana). De acordo com a coordenadoria da Defesa Civil, a água verteu sobre a via pública que margeia a barragem do lago, tornando arriscado o tráfego de veículos pelo local. "Enquanto perdurar essa situação, não recomendável que as pessoas trafeguem de carro ou motocicleta pela via que margeia o lago do Parque da Raposa", frisa o coordenador da Defesa Civil, Maurício Carvalho Melo. Em um pequena ponte que há próximo a uma unidade de poço artesiano da Sanepar e na entrada da propridade rural pertencente à aposentada Felicita Schimidt, a água de um ribeirão também transbordou. "A situação aqui na região está crítica neste domingo", afirmou Felicita Schimidt.

(Foto: Sérgio Rodrigo)

(Fonte: De olho no tempo, com informações Diário do Paraná)

Nível das águas começa a baixar em Quaraí (RS)

Os alagamentos em Quaraí, na Fronteira Oeste, devem reduzir nas próximas horas. A Defesa Civil já constatou que o nível do Rio Quaraí está baixando. Hoje pela manhã, as águas estavam 10m30cm acima do normal, baixando 50cm em relação a ontem.
Mesmo com a redução das águas, o número de famílias desabrigadas segue o mesmo. São 121 casas atingidas, o que já colocou cerca de 500 moradores para fora de suas residências. As pessoas foram encaminhadas para o Ginásio Municipal e para casa de parentes. No final da manhã, voltou a garoar na cidade, mas a precipitação não deverá ser suficiente para agravar os alagamentos.

(Fonte: De olho no tempo, com informações Zero Hora)

sábado, 7 de novembro de 2009

Chuva forte causa alagamentos em Porto Alegre (RS)






De acordo com a Defesa Civil, choveu apenas hoje em Porto Alegre aproximadamente 50% da média histórica para o mês de novembro. A Zona Sul foi a área mais atingida pela chuva na Capital. Há diversas ocorrências nos bairros Teresópolis, Camaquã, Cristal, Tristeza, Ipanema e Guarujá.
— De acordo com nosso pluviômetro, choveu 50mm em Porto Alegre neste sábado — afirmou Valdemar Pinheiro, agente da Defesa Civil.
Na Avenida Vicente Monteggia, nº 546, parte de um condomínio ameaça desmoronar, ao lado de uma obra embargada. No bairro Partenon, na Cefer 2, um muro caiu e atingiu parte de uma casa do acesso 10. O nível do Guaíba não é preocupante, segundo Pinheiro:
— A situação do Guaíba é tranquila. Ele está em 1,40m. Os moradores das ilhas não precisam se preocupar.

(Fotos: Carlos Edler - Emílio Pedroso - Jeferson Bottega - Miro de Sousa)

(Fonte: De olho no tempo, com informações Rádio Gaúcha e RBS TV)

Chuva causa alagamentos em Cachoeirinha e Gravataí (RS)

A chuva que atingiu toda a Região Metropolitana neste sábado causou transtornos em cidades como Cachoeirinha, Gravataí e Novo Hamburgo. Ruas ficaram cobertas de água, casas alagaram e o trânsito ficou complicado em muitas regiões.
Em Cachoeirinha, a rua Papa João XXIII, uma das principais da cidade, ficou completamente alagada. Segundo a manicure Gislaine Costa, que trabalha em um salão de beleza na rua, a água invadiu casas e comércios. Os carros que conseguiram passar pela rua alagada empurravam a água para dentro dos estabelecimentos.
Em Gravataí, o problema foram os bueiros entupidos, segundo os moradores. O aposentado Luiz Piuco disse que a rua Jacobina, no bairro Novo Mundo ficou alagada e a água chegou a entrar em algumas casas. O mesmo aconteceu na rua Alcides de Souza, onde mora a aposentada Isaura Galdino dos Santos. Segundo Isaura, a casa onde ela vive já sofreu com outros alagamentos antes, quando a água entrou na casa de máquinas da piscina da residência.

(Fonte: De olho no tempo, com informações Zero Hora)

Chuva alaga em São Leopoldo (RS)

A forte chuva que caiu neste sábado acabou alagando várias ruas e casas em São Leopoldo. Os locais mais afetados foram nos bairros Campina, Rio dos Sinos, Santos Dumont e Feitoria. O vigilante Clairton Brandão, 36 anos, residente na Rua Umbu, 477, Loteamento Santo Antônio, bairro Campina, estava revoltado com a situação. "Cada vez que chove, o sistema de esgoto não funciona e acaba alagando nossas casas", desabafa, argumentando que o problema se estende há anos.
Neste sábado, por volta das 16 horas, a água já havia entrado em sua residência. A comerciante Márcia dos Santos, residente na rua Ferrabraz, 652, bairro Campina, também estava preocupada com a situação. O pátio de sua casa e a rua onde reside ficou tomada pela água, assim como a de seus vizinhos. Ela diz que a rua sempre alaga quando chove, porque o esgoto transborda. O problema persiste há cerca de quatro anos, segundo ela. Os moradores já fizeram abaixo-assinado e pediram providências ao Semae, mas o problema não foi solucionado. "Não passa nem carro na rua. A água entra dentro de casa e muitos vizinhos têm criança pequena. A água do esgoto é um perigo para a saúde", disse.
No Centro, algumas ruas ficaram tomadas pela água da forte chuva. A Avenida Dom João Becker, em frente a Estação Rodoviária, foi uma delas. Outra via alagada foi a Avenida Mauá, no bairro Santos Dumont. Ali os comerciantes tiveram que fechar seus estabelecimentos. O coordenador da Defesa Civil, Silomar Gomes, diz que a chuva trouxe problemas de alagamentos pontuais. Juntamente com uma equipe do Serviço Municipal de Água e Esgotos (Semae), a Defesa Civil verificou situações nos bairros Santos Dumont, Feitoria, Vicentina e Campina.

(Fonte: De olho no tempo, com informações Diário de Canoas)

Arroio transborda e alaga Novo Hamburgo (RS)

A chuva que começou hoje por volta do meio-dia em Novo Hamburgo acarreta alagamentos em diversos pontos, transbordamento do arroio Luiz Rau e dificuldades de acesso e trânsito na Estação Rodoviária Normélio Stabel.
A estação rodoviária sofre com o alagamento. A água do arroio transbordou, tornando o trânsito lento e até o impossibilitando em alguns trechos. Por causa do volume de água, há congestionamento nas vias adjacentes. A rua Tupi também apresenta problemas de tráfego. Os semáforos na área foram desligados em alguns pontos.
Lereci Jossmanm, 56 anos, moradora da rua Corumbá, no bairro Liberdade, divisa com São Leopoldo, contou que a água está entrando em casas nos arredores do Arroio Gauchinho. Enquanto conversava com a reportagem, ela se refugiava no quarto depois de a água ter chegado à cozinha. "Já levantei todos os móveis", disse. "Não pensei que fôssemos viver essa situação de novo".
O Secretário de Obras da cidade, Lino de Negri, afirma que a Casa de Bombas da Santo Afonso está funcionando. "A mobilização é total, mas o volume de água é muito grande", diz. Segundo ele, há uma força conjunta da Guarda Municipal, da Defesa Civil para atender à população prejudicada pelas chuvas.

(Fonte: De olho no tempo, com informações Diário de Canoas)

Recordes climáticos são batidos em São Paulo (SP)

Ainda faltam dois meses para o ano acabar, mas São Paulo já atingiu alguns recordes históricos relacionados ao clima. Este inverno foi o mais chuvoso desde o início das medições do CGE (Centro de Gerenciamento de Emergências), em 1995. Entre julho e 21 de setembro, foram registrados 335,9 milímetros de chuva, um acumulado 131% maior do que a média do período. De acordo com meteorologistas do CGE, o pico ocorreu devido ao bloqueio atmosférico que manteve as frentes frias estacionas sobre o Estado nesse período, causando grandes volumes de chuva. Os meses que marcam o início e o término do inverno também tiveram números surpreendentes em 2009. O mês de julho deste ano foi considerado o mais chuvoso desde 1943, e o volume de chuva foi de 163 milímetros (a média esperada era de 40 milímetros). Nesta época, na capital e na Grande São Paulo, houve queda de granizo, fenômeno pouco comum no inverno. Apesar de elevarem os reservatórios de água, as chuvas trouxeram prejuízos humanos e materiais para a cidade em setembro. Na tarde do dia 8, uma tempestade atingiu São Paulo e, em sete horas, já havia chovido 70% do previsto para o mês. Os principais rios transbordaram e os corredores mais importantes ficaram intransitáveis. No total, seis pessoas morreram soterradas na capital e em Osasco (Grande São Paulo), das quais cinco eram crianças. A Ceagesp (Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo), na zona oeste, perdeu cerca de 300 toneladas de alimentos. Curiosamente, cinco dias antes a temperatura máxima no inverno bateu recorde e os termômetros da estação convencional do Inmet, localizada no Mirante de Santana, alcançaram 31,5°C. O meteorologista Michel Pantera, do CGE (Centro de Gerenciamento de Emergências) diz que não há uma relação entre as extremidades do clima e afirma que não é possível explicar porque elas ocorrem em um curto intervalo de dias. "Também não há nenhuma influência do El Niño nessas mudanças de temperatura e no excesso de chuva", conclui.

(Fonte: De olho no tempo, com informações Band)


Chuva forte causa alagamentos em Santa Cruz do Sul (RS)

A chuva forte que caiu no meio da manhã desse sábado deixou algumas ruas alagadas em Santa Cruz do Sul. Segundo a estação de meteorologia da Gazeta, apenas entre 9 e 11 horas, a chuva acumulada ultrapassa 30 milímetros. De acordo com o coordenador da Defesa Civil em Santa Cruz, José Osmar Ipê da Silva, algumas áreas do município correm o risco de desmoronamento de terras e portanto, estão sendo monitadoradas pelo órgão. A área mais atingidida pela chuva seria a da localidade conhecida como Xurupita, que fica próxima ao bairro Margarida. As moradias da Travessa Mainardi, localizada no Corredor Zanette e do bairro Várzea também sofreram com alagamentos decorrentes das chuvas.
O coordenador da Defesa Civil informou que a partir da segunda-feira, a questão sobre os alagamentos vai ser levada as secretarias municipais para se ver o que pode ser feito. Outro problema que deverá ser revisto se refere as moradias situadas em locais de risco de desmoronamento. Até o momento nenhuma casa foi interditada. Nas últimas 24 horas, a chuva acumulada em Santa Cruz supera os 50 milímetros. Já precipitação desde terça atinge 110 milímetros. Por causa das condições do tempo, a coordenação do Brique da Praça decidiu transferir as atividades. A programação ocorreria amanhã, na Praça Getúlio Vargas, mas acabou adiada para o próximo domingo, 15.

(Fonte: De olho no tempo, com informações Gazeta do Sul)

Chuvas atingem mais de 120 famílias em Quaraí (RS)

As fortes chuvas que atingem a fronteira oeste do Rio Grande do Sul desde a madrugada deste sábado já atingiram mais de 120 famílias no município de Quaraí, a 590 km de Porto Alegre. Segundo dados da Defesa Civil estadual, o rio Quaraí está 10,8 m acima do nível normal e na manhã deste sábado ele subia cerca de 7 cm por hora. Das 121 famílias atingidas, segundo a Defesa Civil estadual, seis estão desabrigadas e foram alojadas em ginásios da prefeitura. As demais famílias estão desalojadas e foram abrigadas por familiares ou amigos. Conforme informações da Climatempo, uma frente fria avança pela região sul do País e deixa o tempo chuvoso no centro-oeste e no noroeste do Rio Grande do Sul. No sudeste gaúcho o céu fica nublado e com chuvisco. Nas demais áreas do Sul, o sol aparece entre muitas nuvens e a medida que o sistema frontal se desloca ocorrem pancadas de chuva.

(Fonte: De olho no tempo, com informações Terra)

Chuva derruba árvore em Porto Alegre (RS)


A chuva que desabou sobre Porto Alegre ao final da manhã de sábado acabou com os últimos restos de vitalidade de uma árvore, que desabou sobre dois carros, na Vila Bom Jesus. O incidente aconteceu na Rua São Simão, paralela à Avenida Cristiano Fischer. Nenhuma pessoa foi atingida. Os veículos danificados foram um Monza e um Fiat Prêmio, que tiveram lataria amassada e espelhos retrovisores arrancados.
O proprietário do Monza, o auxiliar de serviços gerais Diogo Lopes, está indignado. Ele diz que solicitou várias vezes à Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SMAM) que viessem podar a árvore, que estava praticamente morta, com troncos apodrecidos.

(Foto: Jeferson Bottega)

(Fonte: De olho no tempo, com informações Zero Hora)

Mínima chega a 22,1°C, sendo a segunda maior do ano em São Paulo (SP)

A madrugada deste sábado (7) foi de calor em São Paulo. Segundo o Inmet, a temperatura mínima registrada foi de 22,6º C, a mais quente desde 6 de março deste ano, quando os termômetros registraram 23º C. Segundo o Inmet, a madrugada mais quente de 2009 foi no dia 3 de março, quanto a temperatura mínima chegou a 24,1º C.

(Fonte: De olho no tempo, com informações G1)

Enchentes causam destruição na Austrália e no México

O governo da Austrália declarou area de desastre ambiental na costa leste do país após a chuva que caiu durante a noite inundar estradas e deixar várias cidades isoladas. As autoridades informaram que mais de 5 mil pessoas que estão em áreas de alagamento não conseguem sair de casa. Cerca de 40 pessoas foram socorridas e levadas para um abrigo. A correnteza foi tão forte que arrastou um caminhão. O motorista conseguiu sair do carro antes que a água tomasse toda a cabine.
A previsão é de mais chuva. No México, o governo do estado de Tabasco decretou estado de emergência. Mais de 40 mil pessoas tiveram que deixar suas casas por causa das inundações provocadas pela chuva, e muitas perderam tudo que tinham. Em algumas comunidades, o nível da água subiu um metro e meio. Nos últimos dois dias, quatro pessoas morreram afogadas. Um forte nevoeiro isolada a cidade de Pequim, na China. As autoridades tiveram que bloquear as estradas devido à falta de visibilidade. Os motoristas tiveram que esperar por cerca de 8 horas. À noite, a temperatura chegou a 0°C e o vento forte trouxe mais nevoeiro.

(Fonte: De olho no tempo, com informações Globo News)

Seca afeta mais de um milhão de pessoas na China

A escassez de água potável causada pela seca que castiga mais de um milhão de pessoas no leste da China. As autoridades estão preocupadas com a contaminação da água dos rios, o que representa um risco à saúde pública. A média de temperaturas está 2,5 graus centígrados acima do normal. Segundo as autoridades chinesas, a falta de chuva persiste desde o mês de agosto.

(Fonte: De olho no tempo, com informações EFE)

Alagamentos deixam desalojadas em Quaraí (RS)


Pelo menos 121 famílias estão desalojadas em Quaraí, na Fronteira Oeste, na manhã deste sábado devido à chuva que atinge a cidade. Segundo a Defesa Civil do município, o rio Quaraí está 10,8 metros acima do nível e tem subido cerca de sete centímetros por hora. Os desalojados estão sendo levados para casas de familiares ou para o Ginásio Municipal.
Desde a madrugada, agentes da prefeitura trabalham na retirada de famílias que residem em casas atingidas. Conforme o secretário de Defesa Civil de Quaraí, Derley Bonete, a situação tende a se agravar nas próximas horas. Novos locais para abrigar moradores que tiveram suas residências alagadas estão sendo providenciados pela prefeitura.
Outros municípios da região registraram precipitações, mas, por enquanto, não há informações sobre desabrigados ou desalojados. Em Alegrete, até as 6h, havia chovido 7,8 milímetros, segundo o Inmet. Santana do Livramento registrou 10,6 milímetros de chuva. Em São Borja choveu 28,6 milímetros de precipitação. Até agora, Santiago é a cidade com maior volume de chuva registrado. As precipitações chegaram a 47,2 milímetros acompanhadas de vento de 70 km/h.

(Foto: Elbis Medina)

(Fonte: De olho no tempo, com informações Zero Hora)