terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Situação da seca e queimadas no Amazonas é grave

A Defesa Civil do Amazonas classificou como nível dois a intensidade do desastre natural provocado pela seca e queimadas no Amazonas. A população ribeirinha sofre com a situação dos rios e lagos, que estão inavegáveis, com prejuízos materiais nas áreas de agropecuária, contaminação das fontes de água e poluição do ar. A seca atual no centro-norte da Amazônia só não é pior do que os ciclones e furacões, que são classificados como níveis três e quatro. A classificação ocorre para caracterizar os danos materiais e ambientais e os prejuízos à população. Segundo a Defesa Civil, o nível dois significa que a situação é anormal, mas com danos "superáveis" se houver ações para o abastecimento das localidades atingidas. Foram homologados decretos de situação de emergência para 15 municípios, onde vivem 215 mil pessoas atingidas. O secretário do Governo, José Melo, disse que os prejuízos ainda são computados. "As Forças Armadas participarão da ajuda humanitária às populações", disse. Nesta segunda-feira, Manaus amanheceu novamente encoberta pela fumaça das queimadas. Um incêndio florestal na região de Iranduba (25 km de Manaus) foi controlado pelo Corpo de Bombeiros.
No início da tarde, uma chuva melhorou a qualidade do ar. Mas o meteorologista Ricardo Dallarosa, do Sipam (Sistema de Proteção da Amazônia), disse que não há alteração na previsão climática até fevereiro. "Isso não significa que não vá chover em nenhum momento. E sim que as chuvas vão ocorrer abaixo do que se espera para esta época do ano", afirmou.

(Fonte: De olho no tempo, com informações Diário do Pará)

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Chuva de quase 100 mm provoca muitos alagamentos em Marília (SP)

A precipitação ocorreu de forma intermitente por horas seguidas, o que além de causar transtornos à população no perímetro urbano, levou medo aos moradores da zona rural, com o transbordamento de rios e riachos.


Daniel Panobianco – A meteorologia já previa há dias, que o tempo iria mudar pra valer no interior paulista, com volumes expressivos de chuvas. Dizer que foram pegos de surpresa torna-se um assunto tanto que hipócrita diante de tamanha grade de informações hoje disponíveis à população.

O fato é que Marília não suportou uma precipitação acumulada em 24 horas, de 94 milímetros, de acordo com dados de duas estações automáticas operadas pelo CIIAGRO (Centro de Integrado de Informações Agrometeorológicas do Estado de São Paulo). Em outro pluviômetro, em uma universidade particular, o volume de chuva acumulado no mesmo período chegou a 90 mm.

Inúmeros foram os pontos na cidade que ficaram alagados entre o final da tarde e boa parte do período da noite desta segunda-feira (07). A escola de municipal de ensino infantil, EMEI “Arco-Íris”, na Zona Sul, ficou alagada após a forte pancada de chuva ao final da tarde. Próximo dali, na rodovia BR-153, também houve registro de pontos significativos de alagamentos.

Ainda entre a Zona Sul e a área central, próximo à rodovia do contorno, um pontilhão teve sua parte inferior totalmente alagada até um supermercado local, já na saída para a Avenida João Ramalho.

No sentido Marília - Garça, a rodovia SP-294 (Comandante João Ribeiro de Barros), também teve pontos de alagamentos significativos por volta das 20 horas.

Diversas residências ficaram completamente alagadas nos pontos mais críticos do perímetro urbano. No interior do município, o rio Tibiriçá transbordou inundando áreas inteiras de sítios, chácaras e fazendas. Em outro ponto, na estrada que liga a cidade ao Distrito de Rosália, a intensidade da chuva fez com que um córrego transbordasse pela segunda vez em menos de uma semana.

Na rodovia SP-333 (Rachid Rayes) entre Marília e Echaporã, o rio do Peixe subiu muito trazendo o chamado “refluxo” para os córregos que desembocam no mesmo. Outras propriedades rurais também ficaram alagadas.

Diversos municípios registraram acumulado significativo de chuva no mesmo período, com pontos de alagamentos intransitáveis e residências tomadas pelas enxurradas. Em Tupã, Oscar Bressane, Lutécia, Lupércio, Fernão e Ocauçu, dados de radares meteorológicos indicaram por horas seguidas, células de chuva com intensidade variando entre fraca a moderada.

Em Echaporã, o ribeirão Taquaral transbordou no inicio da madrugada no sul do município, já na divisa com Platina ultrapassando, inclusive, o limite da ponte. O total acumulado na cidade em 24 horas foi de 60 mm.

A instabilidade persiste ativa na região até a quarta-feira, segundo o CPTEC/INPE (Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos) do (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais). No final de semana, apesar do sol, deve voltar a chover com intensidade devido à chegada de uma nova frente fria ao Estado.


(Fonte: De olho no tempo)

Chuva forte provoca alagamentos em Campo Grande (MS)

Praticamente todas as ruas do bairro Santo Antônio estão alagadas em consequência da chuva que cai sob Campo Grande. A informação é da advogada Patrícia Latife Eloy Rezende, 40 anos, que mora na rua Leônidas de Matos. Segundo ela, “sempre que chove as ruas do bairro ficam alagadas, não é a primeira vez que isso acontece”. Patrícia ainda conta que hoje, por exemplo, a água está impedindo ela de buscar sua filha na casa de um parente. “Quando chove, não dá pra sair de casa”, reclama a advogada, esclarecendo que a água também chega a invadir várias residências, inclusive a dela.
Na esquina das ruas Leônidas Matos e Taquari, de acordo com Patrícia, “não dá pra passar carro, se passar fica”. A mãe de Patrícia mora no bairro e aluga uma casa para uma família na região. “Eles não querem mais morar na casa, pois sempre que chove a água invade”, protesta. Moradores do bairro já entraram em contato com a prefeitura para a limpeza de bocas de lobo, “mas até agora não foi feito nada”, pontua Patrícia.
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(Fonte: De olho no tempo, com informações Campo Grande News)

Chuva contínua provoca desabamento em Cuiabá (MT)

A chuva contínua que caiu sobre Cuiabá desde a madrugada de ontem provocou o desabamento de uma casa no cruzamento das ruas Marechal Deodoro e Brigadeiro Eduardo Gomes, na área central. Ninguém ficou ferido, mas os danos materiais ainda estão sendo calculados. No prédio funcionava uma boutique e um salão de beleza. As estruturas da casa já estavam ameaçadas pela fundação feita no entorno, onde o terreno estava sendo preparado supostamente para a construção de um estacionamento de veículos. Bombeiros e o coordenador da Defesa Civil municipal, engenheiro José Pedro Zanetti, estiveram no local. Zanetti disse que como não verificou a presença de placas de identificação da obra, onde deveria constar, entre outras informações, o nome do engenheiro responsável, solicitou uma fiscalização da Secretaria Municipal de Meio e Desenvolvimento Urbano (Smades). O temor é que outras moradias vizinhas estejam sob ameaça de desabamento. Isso porque as construções são antigas e a área de escavação da nova obra está coberta pela água da chuva e não há sistema de drenagem. O desabamento foi a única ocorrência atendida pelo Corpo de Bombeiros e a Defesa Civil relacionada à chuva. Entretanto, em alguns pontos das cidades de Cuiabá e Várzea Grande, como margens de córregos e rios, a população vive sob alerta. De acordo com dados do 9º Distrito de Meteorologia, ontem choveu 51.6mm num período de 11 horas, entre a madrugada e às 11 horas. O volume corresponde a mais da metade de tudo que choveu em Cuiabá no mês de novembro inteiro. Mês passado, a maior chuva aconteceu no dia 7, com 13mm, seguida de várias precipitações menores. Mas foi em outubro que ocorreu a grande chuva desta temporada, com 118,2mm, no dia 20, conforme registro do 9º Distrito.

(Fonte: De olho no tempo, com informações Diário de Cuiabá)

Rio Taquari sobe 1 metro após quase 80 mm de chuva em Coxim (MS)


As fortes chuvas em Coxim preocupam a população ribeirinha, que vive nas margens do Rio Taquari. De acordo com a CPRM (Companhia de Pesquisa e Recursos Minerais), na madrugada do dia 06 de dezembro foram registrados 76,9 milímetros de chuva. A alta precipitação aumentou o volume de água no Rio Taquari em 1 metro acima da capacidade normal. Do dia 1º ao dia 06 choveu aproximadamente 149 milímetros em toda a Região Norte, sendo que somente no dia 06 foram registrados 133 milímetros e destes, conforme o CPRM, 76,9 milímetros foram em Coxim.
Os índices mostram que de hoje até domingo, o nível das chuvas irá ultrapassar toda a quantidade prevista para dezembro. Diante da situação atual, por determinação da prefeita Dinalva Mourão (PMDB), a defesa civil e corpo de bombeiros estão mobilizados para dar assistência, caso seja necessário.
De acordo com o coordenador da defesa civil no município, José Aloísio Muller, uma equipe do setor visita os bairros de Coxim e são visíveis alguns estragos em decorrência da chuva. “Já encontramos muro caído na área urbana, fossas transbordando, casas em situação de emergência e ruas destruídas”, explicou. Quanto aos moradores da beira do rio, a orientação da defesa civil é de que procurem lugares seguros para ficar, principalmente à noite. “Quem puder dormir na casa de parentes seria o ideal”, orientou Muller. As pessoas que moram na beira dos buracos da rua Frei Cirino e Pedro Pedrossian também devem ficar em alerta, pois há risco de desmoronamento no local. Em caso de situação de risco, os moradores podem acionar a defesa civil pelos telefones: (67) 3291-2978 ou 9615-3664 ou ainda os bombeiros pelo telefone 193.
A primeira enchente ocorreu em 1977 e outra em 1988. Quem vivenciou os episódios no município, sabe que a grande quantidade de chuva nos últimos dias é preocupante: “Moro em Coxim há 42 anos e por causa das enchentes tive que mudar de casa por duas vezes. Numa delas perdi tudo o que tinha e aos poucos com muito trabalho fui me recuperando. Com esta chuva temos que ficar de vigília, nem dormimos direito para nos prevenir”, disse a comerciante Severina Petronília, moradora e comerciante na Avenida Presidente Vargas, às margens do Rio Taquari.

(Fonte: De olho no tempo, com informações Campo Grande News)

Queda de barreira deixa 300 pessoas isoladas em Ubatuba (SP)

Cerca de 300 pessoas estão isoladas desde a última sexta-feira devido à queda de uma barreira sobre uma estrada que liga rodovia BR-101 à praia Almada, em Ubatuba, litoral norte de São Paulo. A queda aconteceu por conta das fortes chuvas que atingiram a região na última semana. De acordo com a Defesa Civil da cidade, duas pedras de cerca de 30 t bloquearam o caminho. A comunidade também ficou sem fornecimento de energia elétrica desde sexta-feira. O órgão informou que a primeira pedra já foi removida e a previsão é de que a segunda seja retirada do local ainda hoje. A energia elétrica também está sendo restabelecida. A prefeitura de Ubatuba decretou estado de alerta na cidade por conta da chuva. Cerca de dez bairros foram fortemente atingidos e rios transbordaram, alagando várias casas em bairros como Parque Guarani, Ressaca, Vila Sumaré e Estufa. No bairro Estufa II, foi registrado a morte de uma criança de 8 anos, que morreu soterrada após o deslizamento de encosta sobre sua casa. Cerca de 140 pessoas estão desabrigadas e alojadas temporariamente no Ginásio Municipal. O abastecimento de água na cidade também está comprometido. De acordo com a Sabesp, o reservatório que abastece o trecho entre as praias de Itamambuca até Domingas Dias ficou zerado. O sistema de captação de água permanece parado, pois a água está sem condições de tratamento.

(Fonte: De olho no tempo, com informações Terra)

Chuva intermitente deixa pessoas ilhadas em Sertãozinho (SP)

Oito pessoas ficaram ilhadas em um rancho devido à forte chuva que caiu em Cruz das Posses, distrito de Sertãozinho, nesta segunda-feira, dia 7. De acordo com o Corpo de Bombeiros, as pessoas ficaram ilhadas devido à cheia do Rio Pardo, que subiu aproximadamente três metros após a chuva. A água chegou até o teto da casa onde as vítima moram, sendo que foi necessário levá-las para um rancho vizinho. A Defesa Civil e o Corpo de Bombeiros foram ao local para fazer o resgate, já que o acesso ao rancho só é possível por trator ou com algum veículo mais forte.

(Fonte: De olho no tempo, com informações EPTV)

Maior chuva do ano acumula 107,6 mm em Goiânia (GO)

A cidade de Goiânia registrou de domingo para esta segunda-feira a maior quantidade de chuva durante 24 horas no ano de 2009. Segundo informações da Climatempo, a medição do Instituto Nacional de Meteorologia afirmou que, entre 10 h do domingo e 10 h desta segunda-feira, choveu 107,6 mm na capital de Goiás. O total acumulado em dezembro subiu agora para 180,3 mm, o que corresponde a 70% da média de chuva do mês, que é de aproximadamente 259 mm. A Climatempo afirmou que a chuva foi volumosa no fim de semana em muitas regiões do Estado. O Instituto Nacional de Meteorologia mediu 106,3 mm em Ipameri, de sábado para domingo. De ontem para hoje choveu 74,6 mm em Aragarças, 47,3 mm em Pirenópolis e 44,6 mm em Formosa. A explicação para tanta chuva é atuação da Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS) que se organizou sobre o Brasil, disse a Climatempo. O sistema é caracterizado por uma extensa massa de nuvens que fica quase parada sobre o País, provocando muita chuva em particular sobre os Estados do Sudeste e do Centro-Oeste. A ZCAS permanece ativa esta semana e provoca muita chuva em Goiás nos próximos dias.

(Fonte: De olho no tempo, com informações Terra)

Chuva deixa mais de 3,5 mil pessoas fora de casa no Espírito Santo

Mais de 3,5 mil pessoas permanecem fora de casa por causa das chuvas que atingiram o Espírito Santo no fim de semana. De acordo com o balanço divulgado pela Defesa Civil nesta segunda-feira (7), o estado tem 470 desabrigados e 3025 desalojados. O número de afetados pelos temporais chega a 42.141 pessoas. Em Brejetuba (ES), uma criança de 11 meses morreu em um deslizamento de terra. O município também registrou queda de barreira no trevo da BR-262, mas a estrada já foi liberada. A faixa de acostamento ficou parcialmente danificada nos quilômetros 80 e 140. Outros nove municípios registraram alagamentos e enxurradas.

(Fonte: De olho no tempo, com informações G1)

Chega a 149 o n° de cidades em emergência por chuvas no Rio Grande do Sul

Boletim da Defesa Civil do Rio Grande do Sul indica que 149 cidades decretaram situação de emergência por causa das chuvas que atingem o Estado desde o dia 13 de novembro. Nesta segunda-feira, a corporação recebeu os decretos das prefeituras de Redentora, Alecrim, Vicente Dutra, Caxias do Sul, Ivorá. Segundo a Defesa Civil, a chuva desabrigou 4.691, desalojou 9.771, danificou 15.580 casas e destruiu 341. Oito pessoas morreram por causa dos temporais. A corporação afirma também que foram encaminhados às vítimas da chuva 7.360 cestas básicas, 1.450 kits limpeza, 24 mil m² de lonas, 4.170 kits com colchão e roupa de cama, além de 70.110 telhas.

(Fonte: De olho no tempo, com informações Terra)

Minas Gerais registra 6 mil pessoas desalojadas devido às chuvas

A Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (Cedec) de Minas Gerais informou nesta segunda-feira que o número de desalojados em consequência das fortes chuvas que atingem o Estado desde o fim de outubro subiu para 6.321. De acordo com o boletim anterior, divulgado no domingo, 4.284 pessoas estavam desalojadas. Onze pessoas morrem e uma está desaparecida. Segundo o balanço, 86.328 pessoas foram afetadas e 28 municípios decretaram situação de emergência. O número de desabrigados subiu para 948. Pelo menos 3.049 casas foram destruídas e 125 danificadas. Setenta e três municípios foram afetados por vendavais, enxurradas e deslizamentos de terra. A Defesa Civil alerta para a possibilidade de chuva forte hoje nas regiões sul e Zona da Mata, devido a uma frente fria que chega ao litoral paulista. Segundo a climatempo, o Triângulo Mineiro, o noroeste de Minas Gerais e o norte de São Paulo ficam nublados e com chuva frequente. Na Grande Belo Horizonte e no centro-sul mineiro, há previsão de muitas nuvens, períodos com sol e pancadas de chuva. Pode chover forte nestas regiões.

(Fonte: De olho no tempo, com informações Terra)

Chuva de 91 mm deixa desabrigados em Ribeirão Preto (SP)

A chuva deixou 24 desabrigados na madrugada desta segunda-feira (7), em Ribeirão Preto. O Corpo de Bombeiros teve que usar botes para resgatar as pessoas que tiveram suas casas alagadas na Favela do Brejo e nos bairros Vila Virgínia e Campos Elíseos. Segundo o chefe da Defesa Civil, André Luiz Tavares, os moradores foram para casas de parentes. Houve alagamentos em vários pontos de Ribeirão Preto durante a noite de domingo (6) e a madrugada de segunda-feira e os efeitos puderam ser sentidos de manhã. O córrego Ribeirão Preto transbordou nas proximidades da rodoviária e a Avenida Jerônimo Gonçalves está interditada. Um carro foi abandonado no local durante a madrugada. O trânsito está complicado na região. Falta sinalização e há congestionamentos em várias vias de acesso à avenida. A Transerp, empresa que gerencia o trânsito de Ribeirão Preto estima que a avenida deverá ser liberada ainda pela manhã, após a limpeza. A Avenida Francisco Junqueira, também no centro da cidade, também está inundada. Na avenida Paschoal Innechi, no Jardim Independência, a água invadiu a pista e provocou um engavetamento de três veículos próximo ao quartel da Polícia Militar . Não houve vítimas, mas uma das pistas foi interditada. De acordo com Tavares, chuva começou às 20h30 de domingo e durou a noite toda. Choveu 91 milímetros em Ribeirão Preto, índice considerado, pela Defesa Civil, muito alto para uma noite. A previsão é mais chuva durante todo o dia.

(Fonte: De olho no tempo, com informações EPTV)

Temporal causa estragos e morte em Guapó (GO)

A chuva forte que caiu durante toda a tarde deste domingo na Região Metropolitana de Goiânia causou a morte de Alcides Fernandes de Oliveira, de 43 anos. Ele dirigia o Chevette placas KBT-0604, de Aragoiânia, às 16h30, quando o carro derrapou na pista da GO-214 e caiu sob a ponte do Ribeirão Pereira, no município de Guapó. De acordo com a soldado Rozeli Ferreira, do Batalhão Rodoviário da Polícia Militar, chovia muito na hora do acidente e provavelmente o carro derrapou por causa de uma aquaplanagem. Ela viu o carro deslizando pela pista e caindo na ponte. O carro transitava na rodovia sentido Guapó-Aragoiânia. O corpo ficou preso nas ferragens e foi preciso uma operação especial do Corpo de Bombeiros para a retirada da vítima.

(Fonte: De olho no tempo, com informações Goiásnet)

Rio sobe mais de 7 metros em Cachoeiro de Itapemirim (ES)

Moradores de Cachoeiro do Itapemirim (ES) contabilizam prejuízos causados pela chuva do fim de semana. Quase 3 mil pessoas estão desabrigadas. O rio subiu mais de três metros e a cidade ficou alagada. Na BR-262, houve queda de barreiras e a rodovia ficou interditada. O rio subiu mais de 7 metros em poucas horas.

(Fonte: De olho no tempo, com informações Bom Dia Minas)

Seca prejudica agricultores no Rio Grande do Norte

Enquanto o Sul e Sudeste sofrem com o excesso de chuvas, no Rio Grande do Norte, a preocupação é com a seca. Em muitas propriedades já não há água nem pastagem e os agricultores se viram como podem. De balde em balde, o agricultor Manoel Marconino Neto enche o reservatório de 250 litros, que vai garantir a água de casa por pelo menos um dia. O agricultor Francisco Sobrinho também se esforça com os baldes. Ele é um dos muitos agricultores de Mossoró que precisam usar a água salobra do poço de um assentamento. O sacrifício dos agricultores é um reflexo da seca. Em muitas propriedades, não chove há mais de quatro meses. Sem água, o pasto está diminuindo e os animais disputam o alimento no mato seco. Há cerca de oito meses, uma das propriedades da região registrou prejuízos com o excesso de chuva. Na época, o mato era verde, alto e a terra estava tão encharcada que ficava difícil até de caminhar com os pés afundando. Foi um período difícil, que a maioria dos agricultores fez questão de esquecer. Agora, diante do cenário de seca, a torcida é que a estação chuvosa volte logo, mas não com tanta intensidade. É esse o desejo do agricultor Pedro Clemente da Silva. Ele foi atingido com o excesso de água do início do ano. Na plantação de milho, ele mostra o resultado das espigas. "Não deu um saco de milho", disse.

(Fonte: De olho no tempo, com informações Globo Rural)